Somos referência no cuidado integral de mulheres com diagnósticos ginecológicos complexos
Nosso foco é acolher integralmente a mulher do corpo físico à saúde mental com ciência, técnicas avançadas, tecnologia e principalmente com a sensibilidade do atendimento humanizado.
Diagnósticos de doenças ginecológicas complexas, incluem patologias muitas vezes crônicas e que precisam de um cuidado individualizado e “offline”, ou seja, que vai além de uma consulta médica.
A Coccia Care é pra você:
- Se você tem um diagnóstico crônico ginecológico como Endometriose ou HPV;
- Se você está sofrendo com dor pélvica, cólicas menstruais, sangramentos intensos e infertilidade;
- Se você precisa de apoio psicossocial e acolhimento devido câncer ginecológico e endometriose;
- Se você deseja informação de qualidade, tratamentos com evidência científica e cirurgias minimamente invasivas como a laparoscopia e robótica.
Um legado de cuidado e acolhimento
Duas médicas, unidas por um propósito maior, decidiram ir além dos consultórios e protocolos para criar um espaço onde mulheres, ao receberam o diagnóstico de uma doença, encontrem não apenas tratamento, mas também esperança, compreensão e apoio.
A cura está no olhar atento. São mulheres cuidando de mulheres, fortalecendo laços e criando uma rede de apoio que transcende as paredes do consultório.
Conheça as idealizadoras desse projeto:
Danielle Imperador
Médica ginecologista especialista no tratamento de mulheres com Endometriose.
Graduação em Medicina pela PUC-SP;
Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Cachoeirinha/SP;
Especialização em cirurgia minimamente invasiva para endometriose/patologias benignas da mulher e histeroscopia pela Faculdade de Medicina do ABC/SP;
Título de especialista em endoscopia ginecológica pela FEBRASGO;
Estágio observacional em planejamento familiar na Columbia University, Nova York;
- Coaching de saúde e bem estar pela Care Evolution
- Certificado em Cirurgia robótica para Ginecologia pela INTUITIVE
Andressa Teixeira
Medica ginecologista especialista em Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica para Câncer Ginecológico.
Graduação em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP;
Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia na UNIFESP;
Especialização em Ginecologia Oncológica pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP;
Especialização laparoscopia e histeroscopia pelo IAMSPE;
Doutorado sanduíche pela UNIFESP/University of Cincinnati, EUA;
Certificado em cirurgia robótica para Ginecologia pela INTUITIVE;
- Curso de aperfeiçoamento em laser vaginal de CO2 (atrofia após menopausa, incontinência urinária e tratamento de lesões por HPV) – plataforma Monalisa Touch (2019);
- Assistente da Ginecologia Oncológica e orientadora de pesquisa no setor de pós-graduação do IAMSPE.
Perguntas Frequentes
É a presença de tecido similar ao endométrio (tecido que fica dentro do útero) em locais fora do útero causando inflamação e aderências entre os órgãos pélvicos, intestino, bexiga, uretéres, tubas e ovários.
Os câncer ginecológicos são um grupo de neoplasias malignas que afetam os órgãos pélvicos femininos. São responsáveis por 19% dos diagnósticos de câncer em mulheres no mundo. Podem acometer o colo do útero, os ovários, o endométrio, a vulva e a vagina.
Ambas as doenças compartilham diversas semelhanças. São doenças crônicas, de diagnóstico difícil e complexo e que exigem tratamentos avançados e individualizados. Alguns sintomas também são similares: alterações do ciclo menstrual, dor pélvica e impacto na fertilidade. Usar o mesmo canal para debater as duas patologias elimina estigmas, salva vidas (diagnóstico precoce) e aumenta o acesso aos tratamentos.
Não! Porém existe uma semelhança de função e metabolismo celular nas lesões de endometriose que são iguais às células neoplásicas. E é isso que faz com que essa doença seja complexa, crônica e ainda sem cura.
A endometriose não costuma ser causa direta de morte, porém as complicações de uma doença não tratada ou de cirurgias realizadas por equipes sem experiência e técnicas e instrumentos não adequados podem aumentar o risco de mortalidade das portadoras.
No caso do câncer de colo de útero, a vacina contra o vírus HPV é a principal estratégia. Além disso, exames de rastreamento como o papanicolau e pesquisa do vírus HPV, são outras formas de diagnóstico precoce e intervenção antes do avanço da doença. O cálculo do risco de câncer ginecológico, realizado na Coccia Care também ajuda a diminuir a possibilidade de um diagnóstico tardio.
Nenhumas das doenças são sentença de infertilidade, porém é importante discutir com as médicas especialistas as melhores estratégias para diminuir esse risco, seja no tratamento, no planejamento pré e pós operatório ou pré quimioterapia/radioterapia.
A ressonância magnética da pelve ajuda a visualizar bem os órgãos pélvicos e diagnosticar alterações. Porém, o pedido do exame deve contar informações importantes que direcione a paciente para o protocolo correto de realização do exame e também para radiologistas especializados. O ultrassom transvaginal para mapeamento de endometriose também é um exame equivalente, no caso da Endometriose.
A tecnologia do robô na cirurgia consiste no uso de uma plataforma avançada e tecnológica que, através dos comandos do cirugião, move as pinças na cavidade abdominal e pélvica realizando uma cirurgia muito mais precisa e eficaz, principalmente nos casos de endometriose e câncer de endométrio.
